quarta-feira

Halloween - Brincando em Inglês !

Que tal aproveitarmos o Halloween para praticar um pouco de Inglês ?

Aproveitamos uma sugestão da Mammy (
http://dedinhos-lambuzados.blogspot.com ) e apresentamos uma conhecida Brincadeira Rimada pra vocês treinarem um pouco o Inglês:

Five Little Pumpkins

Five little pumpkins sitting on a gate.


The first one said, "Oh, my it's getting late !"

The second one said, "There are witches in the air"!

The third one said, "But we don't care !"

The fourth one said, "Let's run, let's run !"

The fifth one said, "Ist'n Halloween fun ?"

Then woooooo went the wind...


And OUT went the lights.


And five little pumpkins rolled out of sight !

Gostaram ? Nós adoramos !

Happy Halloween ! Betty

ATENÇÃO :Para ver a tradução/versão da brincadeira, clique na "janela " TEXTOS !

HIstória de Bruxa : preparando o Halloween !

Para começar a semana e os preparativos do Halloween, uma história curta mas muito legal !

Dona Bruxa

Ela morava numa casa rosa-bebê, telhado vermelho-amora cercada por um imenso jardim bem no finalzinho da rua. A chaminé exalava fumaças coloridas encantadoras aos olhos e cheiros agradáveis aos narizes de toda gente do povoado.

A meninada curiosa chegou a fazer várias visitas secretas ao jardim. Descobriram uma quantidade enorme de ervas e frutas. Levaram amostras para algumas senhoras da cidadezinha.Elas não souberam identificar seus nomes nem para que eram usadas; o que aumentou a curiosidade sobre “a mulher da casa da esquina” tanto em adultos (que a chamavam de A Bruxa) como nas crianças, que em tom mais respeitoso, chamavam-na de Dona Bruxa.

Os olhinhos curiosos da criançada voltaram-se para Dona Bruxa. Descobriram que era uma senhora alta, magra, idosa, que morava sozinha desde sempre naquele lugar.Tinha aparência tranqüila e vivia na companhia de uma gata cor marrom-chocolate, olhos amarelos-lua-cheia de nome Pandora.

Pouco sociável, a mulher não saia de casa nem mantinha amizades com as pessoas do lugar. Recebia na porta e pagava na hora pão e leite que seu Antônio Padeiro enviava todas as manhãs. No início de cada mês, os mantimentos para sua sobrevivência eram entregues pelo Armazém de Seu Coriolano.Fora isso, tinha aquele furgão cinza-fumaça que de quinze em quinze dias vinha com homens vestidos de macacões verde-esperança-desbotada. Entravam na propriedade, deixavam umas caixas azuis-céus-do-amanhecer e saiam com outras caixas bem pesadas, vermelhas-nariz-de-palhaço. Colocavam tudo no carro e partiam como chegavam.

- Aquilo tudo era um grande mistério para um lugar tão pequeno e precisava ser desvendado, diziam as crianças entre si. Ficou decido: na próxima vez que viessem os homens, iam descobrir o que continham aquelas caixas... Sabe-se lá o que Dona Bruxa estava mandando nelas para fora da cidade!...

Na quinzena seguinte, quando o furgão parou na porta de Dona Bruxa, a meninada ficou de tocaia. Deixou entrarem as caixas azuis-céus-do-amanhecer... Quando começaram a trazer as vermelhas-nariz-de-palhaço, uma multidão de crianças cercou os homens. Assustados eles deixaram cair ao chão as caixas de onde espalharam-se na calçada da rua - aos lotes - compotas de frutas de muitos sabores, sabonetes, perfumes e cremes artesanais de ervas... Sim: Dona Bruxa era doceira e pequena empresária de cosméticos!

Créditos : http://www.luso-poemas.net/

Boa leitura e bom divertimento !


Beijos, Betty

Um Conto de Micael


A Ana Cristina do blog http://eucomosquatro.blogspot.com/ me pediu um Conto sobre Micael, aí vai, um pouco depois do dia de comemoração que é 29 de Setembro, mas ainda na sua época que vai até o dia 23 de Outubro.
Mas, antes de mais nada é preciso falar um pouco dessa entidade "Micael" e e sua relação com a Humanidade, segundo o olhar Humanístico da Pedagogia Waldorf e da Antroposofia.

Micael é o Arcanjo que segundo a Bíblia Cristã expulsou Lúcifer do Reino Celeste, por ter este desejado o Trono de Deus Pai . Patrono do movimento Antroposófico, tem seu correspondente entre os santos católicos em São Jorge- aquele que na verdade e corajosamente não mata o dragão (o mal), mas o domina com sua espada de ferro.

Muito há para estudar e se aprofundar sobre o tema, mas aqui não é o lugar próprio para isto.

Colocaremos apenas algumas idéias que representam esta comemoração tão significativa para a Comunidade Waldorf/Antroposófica :

Micael representa a força e a coragem que devemos ter em nossa luta diária para estarmos sempre alertas ao que é Bem/bom e ao que é Mal/mau, tendo lucidez e discernimento em nossas escolhas. Se quisermos que nossas crianças tenham coragem para um dia enfrentar todos os “dragões” apresentados pela vida, precisamos ser dignos de exemplo de coragem, de consciência. Inspiremo-nos em Micael.



A Princesa do Castelo em Chamas
(conto da Transilvania, Romenia)


Era uma vez um homem que tinha tantos filhos quantos furos tem uma peneira. Todos os homens da aldeia já eram seus compadres. Ao nascer-lhe mais um filho, sentou-se na estrada para pedir ao primeiro transeunte que fosse padrinho da criança. Vinha então descendo a estrada um velho com um manto cor de cinza, ao qual ele fez o pedido, aceitou com prazer. Seguiram juntos o caminho, e o velho ajudou a batizar a criança. Deu, então, de presente ao pobre uma vaca e um bezerro nascido no mesmo dia em que seu afilhado. O bezerro tinha na testa uma estrela dourada e deveria pertencer ao menino.
Quando o menino cresceu, o bezerro se havia tornado um enorme touro, e juntos iam ambos todos os dias ao pasto. O touro sabia falar e, quando chegavam ao topo da montanha, dizia ao menino:
- Fica aqui e dorme. Enquanto isso, vou procurar meu pasto.
Assim que o pastor dormia, o touro corria como um raio até o grande pasto celeste e comia flores douradas de estrelas. Quando o sol se punha, ele voltava para acordar o menino, e iam, então para casa. Isto se repetiu todos os dias até o menino alcançar a idade de vinte anos. Um dia, disse-lhe o touro:
-Senta-te agora entre os meus chifres e eu te levarei até o Rei. Pede-lhe uma espada de ferro do tamanho de sete varas e dize-lhe que queres salvar sua filha.
Logo eles estavam no castelo real. O pastor desceu e foi ter com o Rei; este lhe perguntou o motivo de sua vinda. Após ouvir a resposta, deu-lhe com prazer a espada desejada, mas sem muita esperança de poder rever sua filha. Muitos jovens audaciosos tinham em vão ousado libertá-la. Ela fora raptada por um dragão de doze cabeças, que morava muito, muito longe. Ninguém podia chegar até lá, pois no caminho para seu castelo se encontrava uma serra imensamente alta, intransponível; e, mais além, um grande mar bravio. Adiante dele morava o dragão, em seu castelo de chamas. Mesmo se alguém conseguisse transpor a serra e o mar, ninguém lograria passar pelas chamas poderosas; e, mesmo tendo-as vencido, teria sido morto pelo dragão.
Quando o pastor obteve a espada, montou novamente entre os chifres do touro, e num instante eles se encontraram diante da serra imensa.
-Podemos voltar – disse ela ao touro, pois achava impossível transpô-la.
O touro respondeu-lhe:
-Espera apenas um instante!
E desceu o rapaz ao chão. Mas tinha feito isso, deu um impulso e moveu, com seus chifres poderosos, a serra inteira para o lado; e eles puderam seguir em frente.
O touro assentou o pastor novamente entre os chifres, e logo eles alcançaram o mar.
-Agora podemos voltar – disse o jovem -, pois ali ninguém consegue passar.
-Espera apenas um instante – retrucou-lhe o touro -, e segura te bem em meus chifres.
Então inclinou a cabeça até a água e bebeu o mar inteiro, e assim prosseguiram eles em chão seco, como sobre um gramada.
Logo chegaram ao Castelo de Chamas. Mas, já de longe, sentiram um calor tão imenso que era quase insuportável ao rapaz.
Pára – gritou ele ao touro -, não vás em frente, senão vamos morrer queimados.
O touro, porém, correu até bem perto e cuspiu de uma vez por sobre as chamas o mar que havia bebido, e elas rápido se apagaram. E logo uma fumaça enorme se elevou, enevoando todo o céu. Então, do vapor medonho, saltou o dragão de doze cabeças, enraivado.
-Agora é tua vez – disse o touro a seu amo. – Vê se consegues cortar todas as cabeças do monstro de um só golpe.
Ele juntou toda a sua força, tomou a espada poderosa com as mãos e golpeou tão rapidamente o monstro que todas as cabeças rolaram ao chão. O animal se contorceu e se debateu contra a terra com tal força que ela tremeu. O touro apanhou o corpo do dragão com seus chifres, arremessando-o ás nuvens; e nada mais se viu dele.
O touro disse ao pastor:
- Minha tarefa chegou ao fim. Vai até o castelo, e lá encontrarás a princesa. Leva-a de volta a seu pai.
Tendo dito isto, correu para o gramado celeste, e o rapaz nunca mais o viu.
O jovem se dirigiu ao castelo, onde encontrou a princesa, que se alegrou muito por estar livre do terrível dragão.
Regressaram ambos então ao país da princesa, onde se casaram; e uma enorme alegria invadiu todo o reino.

Espero que gostem !

Bjs cheios de coragem, Betty

domingo

Histórias para Crianças - sugestão de atividades !


Aqui uma letra que divertido conto cumulativo Opaco postamos Anteriormente, sobre A Velha Que engoliu UMA Mosca para Todos Opaco queiram aproveitar parágrafo trabalhar UMA outra Língua com a garotada, UO tentar Fazer com uma turminha UMA outra version, Adaptação, podendo inclusive substituir OS animais Opaco participam, levando los Conta o Conteúdo UO tentando Manter como rimas ...! Aqui FICA UM desfio-brincadeira para Todos Voces!


Havia uma velhinha que engoliu uma mosca.
Eu não sei por que ela engoliu a mosca,
eu acho que ela vai morrer.
Havia uma velha senhora que engoliu uma
aranha,
que mexeu e mexeu e fez cócegas em seu interior.
Ela engoliu o aranha para pegar a mosca.
Eu não sei por que ela engoliu mosca.
Acho que ela vai morrer.
Havia uma velha senhora que engoliu um pássaro.
Que absurdo engolir um pássaro.
Ela engoliu o pássaro para pegar a aranha,
que mexeu e mexeu e fez cócegas em seu interior.
Ela engoliu a aranha para pegar a mosca.
Eu não sei por que ela engoliu mosca.
Acho que ela vai morrer.
Havia uma velha senhora que engoliu um
gato.
Imagine que, ela engoliu um gato.
Ela engoliu o gato para pegar o pássaro.
Ela engoliu o pássaro para pegar a aranha,
que mexeu e mexeu e fez cócegas em seu interior.
Ela engoliu a aranha para pegar a mosca.
Eu não sei por que ela engoliu a mosca .
Acho que ela vai morrer.
Havia uma velha senhora que engoliu um
cão.
Minha o que um porco, de engolir um cachorro.
Ela engoliu o cão para pegar o gato.
Ela engoliu o gato, para pegar o pássaro,
Ela engoliu o pássaro para pegar a aranha,
que mexeu e mexeu e fez cócegas em seu interior.
Ela engoliu a aranha para pegar a mosca.
Eu não sei por que ela engoliu mosca.
Acho que ela vai morrer.
Havia uma velha senhora que engoliu um
vaca.
Eu não sei como ela engoliu uma vaca.
Engoliu a vaca para pegar o cachorro.
Ela engoliu o cão, para pegar o gato.
Ela engoliu o gato para pegar o pássaro.
Ela engoliu o pássaro para pegar a aranha,
que mexeu e mexeu e fez cócegas em seu interior.
Ela engoliu a aranha para pegar a mosca.
Eu não sei por que ela engoliu a mosca
Eu acho que ela vai morrer.
Sei que uma velha senhora que engoliu um
cavalo ...
Ela está morta de claro!

Bom Divertimento! Bjs carinhosos, Betty