sexta-feira

A Origem Muito Antiga da Páscoa



Queridos Amigos :

Os Povos Antigos tinham um relacionamento muito mais próximo da Natureza e todas as suas comemorações estavam relacionados aos fenômenos naturais, às colheitas e plantios e às épocas do ano . Assim não apenas as Estações , mas principalmente as "entradas em cada uma delas " eram comemoradas ( equinócios e solstícios). Daí surgiram as Grandes Comemorações( cristãs) que temos hoje em dia.
Estes povos viviam no campo e por isso eram chamadas de "pagãos"( pagus=aquele que vive no campo).
Este vídeo é muito interessante e nos fala da Origem Pagã da Páscoa.



Lembrando...as inscrições para o Módulo de Teatro de Sombras poderão ser efetuadas até 29 de Abril. Mande-nos um email : tecendocursos@gmail.com




Uma linda e Feliz Páscoa a todos !


Com carinho, Betty

quarta-feira

Teatro de Sombras - Curso On Line: também para Crianças !!!

Queridos Amigos :

Que tal aproveitar para curtir o Módulo "Teatro de Sombras" do nosso Curso On Line para Contadores de Histórias com a Garotada ?



Vamos ter vídeos, imagens, e muitas atividades divertidas que certamente encantarão a todos.



Que reside no exterior também poderá participar : O valor é 65 Euros + taxa de envio ( o formulario encontra-se nos correios, em Portugal CTT, e a remmessa vem direto para a nossa conta bancária . Super fácil e rápido !)



As inscrições vão até 29 de Abril ( ou até que se completem as vagas) .


Descontos especiais para grupos e 3 ou + participantes - informe-se !

Quer mais informações ou efertuar a sua inscrição ?



Envie-nos um e-mail para tecendocursos@gmail.com



Venha curtir o Teatro de Sombras conosco, vai ser uma delícia !




****** Agora, que tal uma História do....Pedro Malasartes ?!? ******



A Festa de Pedro Malasartes






Era aniversário de Pedro Malasartes, que adorava uma festa. Malasartes estava sem dinheiro, mas o primo dele tinha muito dinheiro e certamente o receberia bem apesar de ser um pouco pão duro. Foi até a fazenda do primo, que o recebeu entusiasmado por economizar assim a viagem. Pedro entrou rápido e o primo foi logo oferecendo: - Ora, Pedro, tenho aqui uma broa que sinhá assou, fresquinha. É tanta que vai durar a semana inteira. - Broa de milho, primo? - É sim, quer um pedaço? Malasartes agradeceu humilde: - Não, primo, basta um cafezinho. - Mas é seu aniversário homem, eu reconheço que sou um pouco parcimonioso, mas um pouco de cortesia não faz mal! Se quiser é só pediu. Malasartes agradeceu, mas continuou só com o café. Continuaram conversando e o primo ofereceu: - Olha Pedro, ontem mandei matar aquele leitão capado que eu vinha engordando. Temos uma porção de torresmo e toucinho frescos que mandei preparar. Quer um pouco, pois tenho bastante? - Tem muito mesmo? - Sim bastante, quer? - Nada primo, pode deixar, basta um cafezinho. - Tudo bem, mas quando quiser é só pedir. O primo pareceu satisfeito e foram proseando mais e mais até que o primo ofereceu de novo: - Pedro, faz tempo que tenho guardado umas garrafas de cachaça para beber. - E é dá boa? - Da melhor. Vamos fazer um brinde? - Não primo, para mim basta um cafezinho. - Não se faça de rogado que você ta quase em casa. Quando ficar com vontade é só pedir. E assim, o primo de Pedro Malasartes, pelas boas normas da cortesia que regiam aquele lugar e motivado pelo fato de Malasartes não parecer querer gastar nada foi oferecendo um pouco de cada coisa que tinha na despensa. E Malasartes ouvia e recusava se contentando com um cafezinho. Nessa toada foram até que ouviram uma batida tímida na porta. O primo de Malasartes se levantou e abriu a porta vendo do lado de fora uma verdadeira multidão de conhecidos. O primeiro foi logo falando: - Olha, desculpa a intrusão, mas ficamos sabendo que Pedro Malasartes estava por aqui e passamos só para dar os parabéns. O primo desconfiado, mas sem ter como recusar uma simples cortesia convidou todos para entrar e na hora que já preparava para falar: - Olha, eu sinto muito meus amigos, mas não tenho quase nada na despensa... Malasartes foi logo falando, deixando de lado o cafezinho: - Oh, primo, sabe aquele torresmo, toucinho, broa, cachaça, suco de laranja, rosca, lingüiça, e tudo mais que você ofereceu? Agora eu até quero um pouquinho, que já me cansei desse café que eu tomava até o pessoal chegar... E o primo engasgou e uma vez que o oferecido estava em vigor, acabou bancando, toda a festa de Pedro Malasartes.



Bjs ! Betty

domingo

O Teatro e Sombras - Curso para Contadores de Histórias On Line - inscrições abertas !

Queridos Amigos :

Queremos convidá-los a participar do novo Módulo do Curso de Formação e Aperfeiçoamento da Arte de Contar e Reencantar Histórias :

TEATRO DE SOMBRAS - de 2 de Maio a 1ºjulho ( 2 meses, certificado de 40 horas).

Inscrições abertas até 25 de Abril, ou até completarmos as vagas disponíveis .


Maiores informações http://bem-bolado-projetos.blogspot.com e


pelo email : tecendocursos@gmail.com


Para conhecer todos os nosso módulos do Curso de Formação e Aperfeiçoamento na Arte de Contar e Reencantar Histórias , assista o vídeo !
video


Será uma alegria recebê-los em nossos grupos !


E agora uma linda Lenda ... A LENDA DA FLOR DE LÓTUS


Certo dia, à margem de um tranqüilo lago solitário, a cuja margem se erguiam frondosas árvores com perfumadas flores de mil cores, e coalhadas de ninhos onde aves canoras chilreavam, encontraram-se quatro elementos irmãos: o fogo, o ar, a água e a terra. - Quanto tempo sem nos vermos em nossa nudez primitiva - disse o fogo cheio de entusiasmo, como é de sua natureza. - É verdade - disse o ar. - É um destino bem curioso o nosso. À custa de tanto nos prestarmos para construir formas e mais formas, tornamo-nos escravos de nossa obra e perdemos nossa liberdade. - Não te queixes - disse a água -, pois estamos obedecendo à Lei, e é um Divino Prazer servir à Criação. Por outro lado, não perdemos nossa liberdade; tu corres de um lado para outro, à tua vontade; o irmão fogo entra e sai por toda parte servindo a vida e a morte. Eu faço o mesmo. - Em todo o caso, sou eu quem deveria me queixar - disse a terra - pois estou sempre imóvel, e mesmo sem minha vontade, dou voltas e mais voltas, sem descansar no mesmo espaço. - Não entristeçais minha felicidade ao ver-nos - tornou a dizer o fogo - com discussões supérfluas. É melhor festejarmos estes momentos em que nos encontrarmos fora da forma. Regozijemo-nos à sombra destas árvores e à margem deste lago formado pela nossa união. Todos o aplaudiram e se entregaram ao mais feliz companheirismo. Cada um contou o que havia feito durante sua longa ausência, as maravilhas que tinham construído e destruído. Cada um se orgulhou de se haver prestado para que a Vida se manifestasse através de formas sempre mais belas e mais perfeitas. E mais se regozijaram, pensando na multidão de vezes que se uniram fragmentariamente para o seu trabalho. Em meio de tão grande alegria, existia uma nuvem: o homem. Ah! Como ele era ingrato. Haviam-no construído com seus mais perfeitos e puros materiais, e o homem abusava deles, perdendo-os. Tiveram desejo de retirar sua cooperação e privá-lo de realizar suas experiências no plano físico. Porém a nuvem dissipou-se e a alegria voltou a reinar entre os quatro irmãos. Aproximando-se o momento de se separarem, pensaram em deixar uma recordação que perpetuasse através das idades a felicidade de seu encontro. Resolveram criar alguma coisa especial que, composta de fragmentos de cada um deles harmonicamente combinados, fosse também a expressão de suas diferenças e independência, e servisse de símbolo e exemplo para o homem. Houve muitos projetos que foram abandonados por serem incompletos e insuficientes. Por fim, reflectindo-se no lago, os quatro disseram: - E se construíssemos uma planta cujas raízes estivessem no fundo do lago, a haste na água e as folhas e flores fora dela? - A idéia pareceu digna de experiência. - Eu porei as melhores forças de minhas entranhas - disse a terra - e alimentarei suas raízes. - Eu porei as melhores linfas de meus seios - disse a água - e farei crescer sua haste. - Eu porei minhas melhores brisas - disse o ar - e tonificarei a planta. - Eu porei todo o meu calor - disse o fogo - para dar às suas corolas as mais formosas cores. Dito e feito. Os quatro irmãos começaram a sua obra. Fibra sobre fibra foram construídas as raízes, a haste, as folhas e as flores. O sol abençoou-a e a planta deu entrada na flora regional, saudada como rainha. Quando os quatro elementos se separaram, a Flor de Lótus brilhava no lago em sua beleza imaculada, e servia para o homem como símbolo da pureza e perfeição humana.


Bjs carinhosos, Betty